Ensaio sobre “Dia Especial”♫

“Se alguém
Já lhe deu a mão
E não pediu mais nada em troca
Pense bem
Pois é um dia especial”,  Duca Leindecker.

 

Dizem que filosofar é desbanalizar o banal. Eu concordo.

Se assim for mesmo, Duca e Tiago dão uma importante contribuição filosófica para que consideremos os atos generosos por detrás do véu da insensibilidade. A competência de adaptar-se nem sempre deve ser vista como dom, especialmente quando se trata de poder enxergar uma boa ação.

Isso nos leva a pensar outra coisa: como o reconhecimento – ou a falta dele – contribui sistematicamente para que fiquemos indiferentes aos dias. Pessimismo. O amigo Cortella vive dizendo que “o pessimista é um vagabundo”[1]. É mais fácil ser pessimista porque dá menos trabalho.

Que cada dia especial chame outro. 


  1. CORTELLA, Mário Sérgio. O pessimista, antes de tudo, é um vagabundo. Pânico – Jovem Pan. Disponível em: https://bit.ly/2kC9CFJ. Acesso em: 15/09/2019.

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Fábio Coronel, professor e músico iludido. Idealizador do projeto Autonomia EaD | Divulgação Filosófica.

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